Surgiu por volta de 1980 com o objetivo de auxiliar a descida dos alpinistas das montanhas. Também conhecido como Parapente (Francês), difere do pára-quedismo por não ter a adrenalina da queda-livre. A decolagem é de uma rampa ou montanha, sempre contemplando a beleza da natureza vista do alto e em busca das térmicas, para subir com as correntes ascendentes e manter-se voando.
A habilidade do piloto é fundamental para permanecer o maior tempo possível dentro das massas de ar quente (térmicas) e efetuar manobras com segurança. Como é um vôo livre, o prazer está em curtir a paisagem do alto e voar pra onde o vento soprar (modalidade cross country).
SUPERAÇÃO Para quem tem pouca ou nenhuma mobilidade nas pernas, a maior dificuldade está na decolagem, já que o glider é puxado de acordo com o vento. Mas, contando com a ajuda de outros instrutores e uma forcinha de uma boa rajada de vento, é possível curtir as emoções desse esporte. Para realização de um vôo duplo não é necessário nenhum conhecimento técnico, apenas vontade para se sentir como um passarinho.
ONDE PRATICAR -
Dfly - (21) 9994-1646 O experiente piloto carioca Odilon Júnior realiza vôos duplos inesquecíveis pelo céu da Cidade Maravilhosa.
Edião - (11) 4033-0016 / 4033-3405 Experiente piloto, com mais de 1000 vôos. Realiza vôos duplos adaptados em várias rampas pelo Brasil.
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Vôo da Pedra da Bela Vista - Socorro/SP
LEMBRE-SE SEMPRE QUE TODO ESPORTE TEM SUAS NORMAS E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA E DEVE SER ORIENTADO E SUPERVISIONADO POR INSTRUTORES EXPERIENTES. ESTES DEVEM AVALIAR AS NECESSIDADES ESPECIAIS DE CADA UM E FAZER AS DEVIDAS ADAPTAÇÕES.




